Procurando Dory: ser diferente é normal!

Procurando Dory: ser diferente é normal! Filmes
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Gente, o texto abaixo foi escrito pela Gisele Simões! Ela assistiu Procurando Dory e resolveu contar para a gente o que achou dessa animação super fofa e inclusiva da Disney/Pixar.

Quando eu decidi assistir Procurando Dory, imaginei que seria mais um excelente filme produzido pela Pixar. O que esperar de uma empresa de animação que produziu clássicos como Toy Story, Os Incríveis, Carros, UP e Wall-E? Você espera simplesmente o melhor. E não me equivoquei ao pensar isso: o filme tem tudo para ser a melhor animação do ano – roteiro bem escrito, piadas engraçadas, bons personagens e um final emocionante.

Mas esses são apenas detalhes da grandiosa essência desse filme. No fundo, Procurando Dory fala sobre inclusão social e sobre como ser diferente é normal e não deve fazer a menor diferença para ninguém. Dory tem tudo para fazer qualquer pessoa se apaixonar: Ela é engraçada, divertida, companheira, sempre está disposta a ajudar, gosta de conversar e de ensinar. Além disso ela tem perda de memória recente, uma condição que atinge pessoas no mundo inteiro.

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Se a gente já amava a Dory, imagine ver ela versão bebê!

E todo o filme é estruturado com base na condição da peixinha – Dory, quando criança, simplesmente se perde dos pais e não consegue mais se lembrar de onde veio e quem é sua família. Com o tempo, a busca pelos pais simplesmente é esquecida, ela conhece nossos velhos amigos, Nemo e Marlin, e ganha uma família composta por um filhote de peixe palhaço com deficiência física e por um pai superprotetor que aprendeu a enxergar o filho como alguém cuja característica física não o impede de fazer absolutamente nada!

Porém, em um súbito momento, ela recorda que tem um pai e uma mãe e que precisa encontrá-los. Bom, depois disso, você já deve imaginar que os 3 saem em uma aventura incrível com um único proposto: encontrar a família da Dory!

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Uma das grandes surpresas foi o polvo Hank

Ao assistir esse filme eu ri, chorei, me emocionei, torci e vibrei. E acima de tudo, eu entendi o que a Pixar quis (e conseguiu com louvor) transmitir para seus espectadores, em sua maioria composto por crianças de todas as idades, que ser diferente faz parte da vida e que isso jamais deve te impedir de procurar e encontrar seus sonhos. Dory com certeza é e continuará sendo motivo de inspiração para todos nós.

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